Domingo, 17 de Mai de 2026
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Sábado, 16 Mai 2026 23:32

João Lourenço expõe a rotura interna no MPLA.

Urge estancar com urgência a sangria anunciada, unir o partido, que de todo se encontra totalmente desajustado. Em política não existem espaços livres, nem vitórias antecipadas em pleitos eleitorais.

Sempre que possível os concorrentes a um qualquer pleito eleitoral interno, devem enfrentar com altivez e elevação os seus adversários com elegância e a necessária humildade.

É sim importante impor impor com determinação a dinâmica vitoriosa para alcançar sem titubear os objetivos prevonizados.

O cidadão ou militante concorrente, tem que forçosamente ignorar ou retirar do seu dicionário a palavra impossível.

Nessa ótica, a maior qualidade para aqueles que militam na política, é procurar sempre construir pontes sustentáveis, que equilibrem a dinâmica do engajamento político pretendido, e assim afastar a incoerência reativa no processo de luta defendido.

No caso da militância do MPLA, é sempre bom realçar a importância de não se deixar conduzir pelo alarmismo dos oportunistas de plantão, nem do discurso alienado do mestre do engodo, leia-se João Lourenço.

É de notar que, a pessoa do presidente João Lourenço é um produto tóxico, que apesar disso, continua a ser cultuado com exímia santidade pel9s lambe botas e oportunistas de ocasião.

Essa raça de bajuladores agem com o extremismo próprio do atraso.

Eles alimentam-se do medo das pessoas, trata-se de uma casta de gente perversa e ideologicamente medieval.

De sorte que o cidadão angolano sabe, que o MPLA não é um partido político progressista aberto à discussão, o MPLA não é promotor da paz, nem apologistas da democracia partecipativa.

O MPLA sempre agrediu o estado de direito democrático.

A intolerância e a arrogância primitiva são a marca semprw presente nas suas ações, além de ser igualmente um partido retrógrado e incivilizado, sem propostas viáveis que pacifiquem os espíritos.

Apesar disso, é reconhecido, que existe muita gente boa com cerebro pensante no seio do MPLA, gente que não sw deixa enganar nem andam a reboque de promevas e ou profecias aleivosas e deprimentes provenientes dos sipaios ao serviço do regime.

Nessa fase em que o presidente João Lourenço põe em risco a eventual democracia interna no MPLA, declarando guerra aos demais concorrentes ao cadeirão presidêncial, torna-se deveras importante proteger e jamais deixar os camaradas Higino Carneiro, António Venâncio e José Carlos de Almeida abandonados à sua sorte, isolados.

As cobardes agressões e ameaças de morte constantes a aos camaradas citados são reais.

Elas, as ameaças vêm de membros do partido, que se julgam donos da verdade. Eles são repulsivos e agem cobardemente contra os militantes que pensam diferente, porém, mesmos objetivos ameaça, eses campeões ousam enfrentar sem medo, e defendem as suas ideias em obediência aos estatutos do partido, à lei e à constituição.

O presidente cessante do MPLA tornou-se uma pessoa insana w vive com medo dos militantes e os agridem com extrema violência tóxica, imprópria para consumo.

Por isso, faz-se necessário pará-lo urgentemente.

O povo soberano não quer João Lourenço na presidência da república de Angola; pir outro lado, a maioria esmagadora da militância do MPLA, não o quer na presidência do partido. Nem admitem que ele continue a apoderar-se possessivamente do partido fazendo dele o seu refúgio protetivo, como se o MPLA fosse herança familiar recebida de seus pais, que reconhecidamente foram pobres porém até honrados cidadãos até aos seus passamentos.

Isso significa reconhecer afirmativamente, que o MPLA e o presidente cessante consroruiram-se no problema nacional quase incontornável. Sem medo de errar, pôde-se considerar que a candidatura de João Lourenço a sua própria sucessão no MPLA, no próximo congresso do partido, se constituiu inegavelmente como uma ameaça à estabilidade no MPLA, o partido pode correr o risco de implodir e desaparecer da cena política, como aliás, já aconteceu com a FNLA.

João Lourenço funciona como um anátema estrutural gravíssimo, ele tornou-se um preocupante dilema para o MPLA e para o país político.

Não se trata de nenhum arrivismo, nem de qualquer alarmismo político.

Trata-se de uma realidade medonha. A candidatura do camarada João Lourenço, e tida como uma sangria horripilante, que se faz necessário estancar com máxima urgência.

É verdade sim, que uma grande fatia de militantes se comporta como cabritos, pois são autênticos lambe-botas desprezíveis.

Porém, existe uma parte maioritária do partido extra comité central, que ainda se mantém cobardemente calada.

Uma outra fatia não se permitr calar face às absurdas violações praticadas pelos lourencistas.

Corajosamente, essa parte da militância é inteligente e ativa, e não se deixam usar como arma de arremesso contra os camaradas que estão no páreo da concorrência, numa luta desigual contra as armadilhas golpistas do presidente cessante do partido.

A militância que não se revê nas pirotecnias da atual direção do MPLA, deve cerrar fileiras em torno dos camaradas Higino Carneiro, António Venâncio e José Carlos de Almeida, que corajosamente se propõem enfrentar o ditador no seu próprio jogo.

Angola é riquíssima, porém as suas gentes são paupérrimas. O país possui terras férteis e aráveis, mas foram votadas propositadamente à improdutividade.

É importante mudar os paradigmas, é preciso levar a verdade política, económica e social a toda a extensão do território angolano habitado.

A opacidade dos intelectuais do MPLA representa uma estrondosa ilusão inelegível e contraproducente aos olhos do povo. Essas corjas de impetuosos impostores intelectuais transformaram-se negativamente em politiqueiros engravatados e em obsoletos populistas, formatados à medida e criados à imagem e semelhança do presidente cessante do MPLA.

As narrativas do grupo de apoiantes que sustentam a candidatura de João Lourenço são ininteligentes e agressores cobardes, por isso deveriam, a rigor, ser afastados imediatamente.

As suas teses são indefensáveis, por isso não prevalecerão no IX Congresso. Com toda a certeza, esse grupo de intelectuais de peixe frito com arroz não sairá vencedor nas próximas eleições de dezembro de 2027.

A continuar com estas práticas nocivas e divisionistas, o próximo congresso do MPLA vai parir um partido magrinho, fininho, sem força para parar a mudança requerida e que todos desejam.

Estamos juntos.

Raúl Diniz

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