Quarta, 18 de Março de 2026
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A consultora Oxford Economics considerou hoje que os preços altos do petróleo em Angola são positivos para as contas públicas, mas também aumentam a fatura energética devido à fraca capacidade de refinação, que obriga a importar petróleo.

O ministro da Indústria e Comércio angolano disse hoje que a indústria transformadora está a consolidar-se como "um dos motores do crescimento da economia não petrolifera", destacando o seu papel cada vez mais relevante verificado em 2025.

Os preços do petróleo registaram uma forte subida de cerca de 9% nesta quinta-feira, com o barril a aproximar-se da fasquia dos 100 dólares, num contexto marcado pelo agravamento das tensões no Médio Oriente e pela crescente incerteza em torno da navegabilidade no Estreito de Ormuz.

O petróleo de referência dos Estados Unidos disparou para mais de 100 dólares por barril na abertura do mercado neste domingo (8), com os investidores a prepararem-se para mais turbulência após o Irão nomear Mojtaba Khamenei como novo líder supremo.

Os preços do petróleo aumentaram nesta sexta-feira (6), impulsionados pelos riscos sobre o abastecimento deste hidrocarboneto no Oriente Médio, após a promessa de Donald Trump de continuar a guerra até à “rendição total” do Irão.

Angola está entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da divida.

A provincia de Luanda liderou, em 2024, a produção para o Produto Interno Bruto (PIB), com um contributo de 32,2 biliões de kwanzas (30,4 mil milhões de euros), segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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