A Ordem dos Arquitetos de Angola (OAA) considerou hoje que o setor da habitação no país enfrenta desafios sobretudo marcados pelo crescimento demográfico acelerado, o estado do ordenamento do território e a falta de políticas públicas de planeamento.
O Presidente da República, João Lourenço, autorizou a abertura de um concurso público para a construção de 100 casas sociais em cinco municípios da província do Bengo, num investimento estimado em 4,8 mil milhões de kwanzas.
Luanda – O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu uma profunda reforma da política de habitação em Angola, utilizando a Centralidade do Kilamba como exemplo daquilo que considera ser um modelo de gestão falhado e propondo um conjunto de medidas destinadas a transformar o projecto num sistema capaz de financiar novas centralidades em todo o país.
O Governo angolano prevê alienar (vender), até ao final de 2026, 40 mil imóveis de um total de 265 mil unidades habitacionais integrados no domínio privado do Estado, a nível da província de Luanda.
O Ministério do Urbanismo e Habitação esclareceu que, neste momento, não decorre qualquer processo de comercialização de apartamentos nas centralidades do país, desmentindo informações postas a circular nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social.