A escolha do tenente-general Eugénio Laborinho para governador de Cabinda dá indicações de que o novo PR se inclina para uma solução truculenta e belicosa para lidar com a difícil e sensível problemática do enclave
Presidência da República e Governo de Portugal tentaram evitar que a tensão com as autoridades de Luanda passasse para o domínio público. Em vão. Recado de João Lourenço no discurso de posse obrigou autoridades portuguesas a mexerem-se.
O Presidente da República de Angola pediu "trabalho" aos 32 ministros que hoje empossou em funções, condição que, disse João Lourenço, ditará a avaliação da qualidade das escolhas feitas para este Governo.