Dirigente defende reorganização interna, combate à corrupção e maior proximidade com os cidadãos, alertando que o passado histórico do partido não garante a vitória nas próximas eleições gerais.
Líder do PRA-JA SERVIR ANGOLA relata episódio envolvendo o filho, formado nos Estados Unidos da América, e defende que o acesso a oportunidades profissionais deve assentar no patriotismo, na competência e na honestidade.
Prestação de contas obrigatória para quem já exerceu cargos de direcção, militância efectiva mínima de três anos e cadastro disciplinar limpo são os requisitos exigidos aos candidatos à presidência do Partido Humanista de Angola (PHA).