Quinta, 03 de Setembro de 2026
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Quinta, 03 Setembro 2026 12:16

Abel Chivukuvuku rejeita bloco da oposição e aposta no PRA-JA a solo em 2027

O presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, insiste que a sua formação política vai concorrer sozinha às eleições de 2027, afastando-se do esforço em curso para a criação de um bloco comum entre os partidos da oposição.

Em declarações aos jornalistas, depois de um encontro com os militantes no município de Sequele, província de Icolo e Bengo, o político referiu que, neste momento, a prioridade passa pela consolidação e afirmação total da estratégia interna do partido.

"O PRA-JA Servir Angola vai concorrer sozinho às eleições de 2027, para derrubar o MPLA que governa o País há 50 anos", acrescentou, frisando que "o MPLA não tem vocação de governação, mas sim de poder".

Para Abel Chivukuvuku, "o partido está a investir na preparação técnica e ideológica dos seus militantes, organizando formações específicas em matérias de geopolítica e história das ideias políticas.

O PRA-JA Servir Angola diz que, caso vença as eleições, a organização compromete-se a implementar a descentralização do poder e a criar as autarquias locais logo nos primeiros dois anos de governação.

Através de iniciativas como os projectos denominados 7/7 e 15/15, de acordo com Abel Chivukuvuku, o partido tem percorrido mercados populares e zonas de grande aglomeração populacional para ouvir as principais frustrações e expectativas dos cidadãos.

O projecto político PRA-JA Servir Angola foi formalmente legalizado como partido político pelo Tribunal Constitucional (TC) no dia 07 de Outubro de 2024.

A decisão do TC encerrou um longo impasse que se arrastava desde Agosto de 2019, onde O projecto havia sido rejeitado pelo TC em 2020, sob alegações de irregularidades na documentação, o que obrigou a formação política a aguardar o prazo legal de quatro anos para submeter um novo processo. NJ

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