A instrumentalização da justiça portuguesa para lançar na lama o nome dos dirigentes angolanos e africanos de uma forma geral prossegue de forma frenética e imparável.
O diretor do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola relaciona as elevadas taxas de juro pagas pelo país para contrair dívida com a incapacidade governamental em lidar com a crise petrolífera.
O activista angolano Luaty Beirão deu uma entrevista ao jornal do Partido Socialista, Acção Socialista, em que discute o envolvimento do governo português no seu caso e na política angolana.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou ao Governo angolano a criação de um Fundo de Estabilização Fiscal para poupar parte dos recursos gerados com a exportação de petróleo e assim acomodar futuras flutuações e novas crises.