O líder da Frelimo e candidato presidencial em Moçambique, Daniel Chapo, procurou hoje em Luanda apoios do MPLA, partido que considerou irmão, lembrando que os dois partidos e os dois países têm tido processos históricos semelhantes.
O escritor angolano João Melo defendeu, em entrevista à Lusa, que a contestação faz parte do processo de construção de qualquer país, e Angola não foge a essa regra.
O jurista Rui Verde defendeu hoje que o MPLA, partido no poder em Angola, “chegou ao fim da linha” e deve aproveitar o congresso extraordinário para se “refundar”, sob pena de perder as eleições em 2027.