Os partidos da oposição angolana reagiram com indignação a declarações de um destacado membro do partido no poder, o MPLA, de que Angola é um país democrático onde são permitidas manifestações.
O Conselho de Segurança da ONU, o envio de militares à República Centro-Africana ou a conferência internacional sobre a pirataria no golfo do Guiné colocam Angola no centro da diplomacia africana em 2015, ano marcado pela contenção orçamental interna.
Angola continua sem data à vista para a realização das primeiras autárquicas, embora o sufrágio esteja previsto na Constituição. O MPLA refere que, agora, o escrutínio cairia "de pára-quedas". A oposição discorda.