Membros da sociedade civil angolana e ativistas disseram hoje que o Presidente angolano “consolidou um Estado militar, policial e repressivo” na sua governação e lamentaram a situação degradante de 12 “presos políticos”, detidos “ilegalmente” há dois meses.
A FNLA está a criar condições internamente para voltar a convocar a reunião do Bureau Político, após a interrupção desta, na última sexta-feira, por falta de consenso dos membros do órgão superior do partido.
O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) entende que a nota emitida pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé deve ser ponderada por alegadamente ser irrealista. A deputada do grupo parlamentar do partido no poder, Emília Carlota, reafirma o compromisso com o bem-estar das populações.