O activista angolano Luther “King” Campos, que saiu em liberdade na sexta-feira, 17, mesmo depois de ter sido condenado a um ano e 10 meses de prisão, com pena suspensa, lamenta o facto de todo o processo ter sido político e não jurídico.
Presidente aprovou um ajuste direto milionário para construir edifícios administrativos, fazendo lembrar o "Bairro dos Ministérios". Jurista alerta que ajustes diretos sem caráter emergencial podem propiciar a corrupção.
O ativista Luther "King" Campos manifestou-se hoje satisfeito pela restituição da sua liberdade, após ser condenado a um ano e 10 meses com pena suspensa, e prometeu "continuar a lutar" pela "necessidade urgente de defender Angola e os angolanos"