O escritor angolano João Melo defendeu, em entrevista à Lusa, que a contestação faz parte do processo de construção de qualquer país, e Angola não foge a essa regra.
O jurista Rui Verde defendeu hoje que o MPLA, partido no poder em Angola, “chegou ao fim da linha” e deve aproveitar o congresso extraordinário para se “refundar”, sob pena de perder as eleições em 2027.
A proposta de divisão da província de Luanda irá ser submetida “em breve” a um processo de consulta pública, segundo o ministro angolano da Administração do Território, Dionísio da Fonseca.