Moradores do perímetro do Novo Aeroporto de Luanda (NAIL) denunciaram hoje “realojamento forçado e detenções arbitrárias, sob ameaças e tiros de efetivos da polícia e das Forças Armadas Angolanas (FAA), após verem suas casas demolidas “sem qualquer aviso”.
A deslocação do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, à província de Cabinda, de 21 a 23 do corrente mês, é vista por diversas franjas da opinião pública como um precioso ponto obtido pelo MPLA.
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola demarcou-se de “qualquer ato, discurso, ou ideia que incentive a violência e o ódio”, numa aparente reação a acusações nesse sentido proferidas pela ala dissidente angolana esta semana.
A fome e o desemprego estão a transformar alguns moradores de Luanda em “caçadores de óbito”, cuja missão é estar à entrada de cemitérios e seguir familiares de falecidos até à residência onde são celebradas as cerimónias para aí se alimentarem.