O Congresso da UNITA, que está em curso, vai determinar a essência deste movimento formado oficialmente em 1966. Desta vez, o partido terá uma transformação drástica, porque passará a uma estrutura que irá empenhar-se por completo em alcançar o poder político através de uma via democrática.
Os cidadãos angolanos, geralmente atentos às declarações dos governantes, nestes tempos de dificuldades económicas e sociais, terão registado as palavras proferidas recentemente pelo Presidente da República, João Lourenço, em entrevista concedida à Rádio Vaticano, em que o Chefe de Estado mostrou estar preocupado com os problemas do país e determinado a continuar a empreender reformas, “mesmo com alguma turbulência.”
A consultora Capital Economics disse hoje à Lusa que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deverá impor um "significativo ajustamento orçamental" em Angola no seguimento da subida da dívida pública e da lentidão na recuperação económica.
Adalberto da Costa Júnior, de 57 anos, tornou-se hoje o terceiro presidente da UNITA, o principal partido da oposição angolana, depois do fundador Jonas Savimbi, e do líder da transição, Isaías Samakuva.