O presidente do MPLA João Lourenço, não pôde de maneira nenhuma demarcar-se do passivo das políticas públicas do MPLA nos 48 anos de poder. Essa realidade é reflexiva em quase toda militância residente na Angola profunda. É nesse segmento populacional onde se vislumbra a olhos nus a verdadeira fome e miséria instalada nos 8 anos de poder Lourencista.
O medo é um sentimento de forte ansiedade que um grupo de homens ou um homem desenvolve na presença de um possível perigo ou ameaça. No caso de Angola, aclarando a opiniâo pública sobre o medo, José Eduardo dos Santos, nas "Confissôes de um Estadista" de Solange Faria e Benja Satula, ilustra com relevantes detalhes o comportamento dos camaradas do Mpla desde 1975. Leia este pequeno resumo que segue para ter uma ideia da febrilidade dos nossos dirigentes. Leia, por favor.
Faz algum tempo que o Senhor Adalberto da Costa Júnior é considerado o mais popular, fruto da sua inteligência, estratégia, visão, coligação, fé…
Já não nos lembramos quando é que foi a última vez que as fontes do MPLA evitaram tanto comentar um desenvolvimento interno (mesmo em off) como foi desta vez, com o afastamento de Rui Falcão (RF) e de Vergílio Fontes de Pereira (VFP) na sequência das decisões tomadas na última reunião do seu Bureau Político.
O que o Luaty fez foi menosprezar a opinião do Kota, “aquela frase” e sugerir que é uma “pretexto” e “sem legitimidade cientifica”, depois retira o pobre da condição de agente, que causa sua pobreza, para a condição de vitima, que faz filho porque o governo não resolveu o problema da mortalidade infantil.