Em Luanda, mais de 1100 pessoas foram a enterrar em apenas dois cemitérios na semana passada e há informações que apontam para a existência de outras causas para as mortes que não apenas a febre amarela que assola o país desde Dezembro de 2015.
O activista Nuno Álvaro Dala, cujo julgamento decorrer em Luanda juntamente com mais 16 colegas, encontra-se no Hospital Prisão de São Paulo há 12 dias numa greve de fome e em situação débil.
O ministro da Educação de Moçambique, Jorge Ferrão, defendeu a decisão das escolas moçambicanas de proibirem o uso de saias curtas no uniforme escolar, considerando que visa proteger "a própria menina".