O presidente de Moçambique Armando Guebuza disse que o país é um dos mais transparentes do mundo e rejeitou as acusações de corrupção nos negócios do Estado, nomeadamente nos contratos de exploração dos recursos minerais.
O bairro Kungo a Yenguele, no Soyo, província do Zaire, entrou em polvorosa quando se soube do regresso de Samuel João Inês, que “morreu” a 31 de Julho de 2012, às 20h25, como atesta o certificado de óbito, emitido pelo Hospital Municipal do Soyo.