Os partidos angolanos criados após a independência são unânimes em afirmar que pouco melhorou em 40 anos, colocando a responsabilidade na guerra civil que se seguiu, em que não intervieram, e no partido que lidera Angola desde 1975.
Cerca de 40 empresas, incluindo as maiores operadoras internacionais do sector, operam actualmente na produção de petróleo em Angola, prevendo-se que o salto para a actividade no pré-sal possa acontecer dentro de cinco anos.
O director do jornal de Angola dedica o editorial deste domingo a criticar a “ingerência portuguesa” no caso de Luaty Beirão que, segundo esta publicação, está a “ultrapassar todos os limites”.
O autor do livro Magnífica e Miserável: Angola desde a Guerra Civil prevê que a repressão em Angola persista e se aprofunde. Em entrevista, Ricardo Soares de Oliveira fala sobre as "mudanças vertiginosas" no país desde a paz em 2002.