O analista angolano para questões internacionais Osvaldo Mboco considera que Angola tem condições para presidir à União Africana (UA), em 2025, devendo gizar uma agenda da paz “realista” para África.
Bancos angolanos reconheceram a pressão dos clientes pela falta de divisas nas suas operações, referindo que têm feito o possível para satisfazer as necessidades, perante a carência acentuada que se regista desde 2023.
O ex-primeiro-ministro angolano Marcolino Moco considerou hoje que o Presidente João Lourenço “está a dar sinais” de querer um terceiro mandato, apesar de a Constituição não o permitir, situação que classificou de “preocupante”.
O Banco Angolano de Investimentos anunciou hoje que tem apenas disponíveis 40 milhões de dólares (37,2 milhões de euros), cerca de 17% das suas necessidades de divisas (234 milhões de dólares, ou 217,6 milhões de euros).
Os líderes da oposição angolana mostraram-se unidos em torno da plataforma Frente Patriótica Unida, que querem ver consolidada, tendo apontado preocupações comuns, como os poderes presidenciais excessivos, numa reunião do projeto político PRA JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku.
A petrolífera angolana Sonangol anunciou hoje um resultado líquido de 3,1 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) em 2023, contra os 5,3 mil milhões de dólares (4,8 mil milhões de euros) de 2022.
O coordenador do PRA JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, afirmou-se hoje confiante na legalização do seu projeto político em 2024, salientando que há outros caminhos além do Tribunal Constitucional (TC) .
A viver no Dubai, empresária teve de enviar os filhos para Londres e mostra-se desolada por privá-los da sua presença, especialmente o mais novo, que tem apenas seis anos. Crianças vivem agora com funcionários de Isabel dos Santos numa mansão em Londres.
O Partido Democrático para o Progresso da Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA) e o Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA), ambos integrantes da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA- CE), vão formar uma nova aliança política com o Movimento de Unidade Nacional (MUN).
Sebastião Martins, presidente executivo da Sonangol, diz que "há muita pressão" para vender a posição que detém no BCP, mas assegura que não planeia fazê-lo.