O Serviço Nacional de Migração de Moçambique executou, na tarde de ontem ao repatriamento de três cidadãos de nacionalidade angolana, por permanência ilegal e uso de documentos falsificados no país. Trata-se de Gerson Emanuel Quintas, mais conhecido por “Man-Genas”, sua esposa, Clemência Suzete Vumi, e seus dois filhos menores de idade.
As autoridades angolanas traçaram um novo plano que visa a detenção do Tenente Coronel das Forças Armadas Angolanas (FAA), Daniel Neto, por ser o entrave na disputa de terrenos no Distrito Urbano da Cidade Universitária, no município do Talatona, em Luanda.
A Odebrecht ganhou mais uma obra em Cabinda. Para além da refinaria, que continua em construção, e do aeroporto internacional, também a ser construído na província, a empresa brasileira, através de um consórcio (OECI S.A. & CNO S.A. -Sucursal de Angola) vai levar energia a Cabinda através de cabos submarinos, depois de ganhar um concurso limitado por prévia qualificação, cujo valor ascende aos 850 milhões de dólares.
O PDA-ANA, partido político angolano, lidera uma aliança de três forças políticas para a criação de uma nova plataforma política eleitoral, designada “Bloco de Solução”, revelou hoje fonte ligada ao projeto.
Angola conta com 120 agências de emprego online que receberam no ano passado 18.449 candidaturas e colocaram no mercado de trabalho 15.055 profissionais, disse à Lusa fonte oficial.
Angola vai proibir e criminalizar as actividades de mineração de criptomoedas e outros activos virtuais no país, com o objectivo de salvaguardar a segurança energética nacional.
A assinatura do memorando que resultou da tríplice aliança política entre o Partido Democrático para o Progresso da Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA), o Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA) e o Movimento da União Nacional (MUN), denominado “Bloco da Solução”, é descrita pelo político Makuta Nkondo como sendo um “nado morto” por não ter pernas para andar.
Protesto contra aumento nos preços da cesta básica no Lobito, Angola, é impedido pela polícia e acaba com três ativistas presos. "A marcha foi reprimida por razões políticas", disse um dos organizadores à DW.
Os bancos angolanos pedem um aumento da fiscalização no mercado informal de transação de divisas e rejeitam ligações às “kinguilas”, como são conhecidos estes agentes informais, referindo que operações cambiais decorrem também no mercado transfronteiriço.
Atrasos nas transferências de salários e dificuldades de pagamentos devido à falta de divisas prejudicam empresários e trabalhadores portugueses em Angola, que se queixam dos constrangimentos e impacto sobre os negócios, admitindo até o regresso a Portugal.