O Presidente angolano, João Lourenço, manifestou hoje “preocupação e tristeza” por mais um acidente de viação, que causou pelo menos 12 mortos e de dezenas de feridos.
O Comité Central da FNLA decidiu remeter ao Tribunal Constitucional de Angola um conjunto de acusações internas relacionadas com alegadas violações dos estatutos do partido e falta de capacidade de liderança por parte da actual direcção.
A Comissão Política do Bloco Democrático (BD) manifestou fortes reservas em relação à adjudicação do concurso público à empresa espanhola INDRA, responsável pela implementação da solução tecnológica que deverá ser utilizada nas eleições gerais previstas para 2027 em Angola.
Um acidente de viação provocou hoje dez mortos e 39 feridos, no município de Cabo Ledo, província de Icolo e Bengo, informou o Serviço de Proteção Civil e Bombeiros.
O presidente da UNITA disse hoje que a contratação da espanhola Indra para a gestão logística e tecnológica eleitoral em 2027 reflete "medo" do Governo e acusou o MPLA (poder) de falta de pluralidade interna.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, considerou hoje “uma pouca-vergonha” o comunicado do Governo angolano sobre realização de atividade do seu partido em zona de perigo de minas, no leste do país.
A consultora Oxford Economics considerou hoje que os preços altos do petróleo em Angola são positivos para as contas públicas, mas também aumentam a fatura energética devido à fraca capacidade de refinação, que obriga a importar petróleo.
O governador da província de Luanda, Luís Nunes, é referido em alguns círculos políticos como estando entre as figuras associadas a um eventual interesse empresarial na gestão da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL), num momento em que o Governo analisa novos modelos de gestão para empresas do sector público.
O antigo vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, regressou a Angola há cerca de três semanas, num movimento marcado pela discrição e que começa a despertar forte curiosidade nos bastidores do poder em Luanda.
Quinze anos depois da manifestação de 7 de Março de 2011, o activista e músico Luaty Beirão considera que a data marcou o início de um confronto directo com aquilo que descreve como os “larápios do bem-estar colectivo” em Angola.