As multinacionais petrolíferas contribuíram com mais de US$350 milhões, desde 2012, para um centro não existente da Sonangol, através de fundos de responsabilidade social, denunciou hoje a Global Witness.
Vice-Presidente angolano disse que economia angolana vai crescer este ano 6%. No evento promovido pela Câmara do Comércio EUA-Angola, foi também assinado um Memorando com o Eximbank.
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, cumpriu a sua promessa, e não vai estar presente na cimeira da próxima semana, em Washington, entre os Estados Unidos e a África.
O Banco Nacional de Angola (BNA) disponibilizou 500 Bilhoes de Kwanzas ou 5 bilhões de dólares ao Banco Espírito Santo Angola (BESA) para assegurar a sua contínua estabilidade financeira, informou hoje, segunda-feira, em Luanda, o governador do BNA, José Massano.
Dez jovens foram detidos na manha de Segunda-feira em Luanda por se manifestarem defronte ao Ministério da Educação em solidariedade com os professores em greve há mais de um dois meses na província da Huila.
O Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, anunciou hoje a adoção de "medidas extraordinárias de saneamento" do Banco Espírito Santo Angola (BESA), nomeadamente através da nomeação de "administradores provisórios" para a instituição.
O BESA será um dos activos que vai ser transferido para o "bad bank", a instituição que ficará nas mãos dos actuais accionistas do Banco Espírito Santo.
A Cimeira EUA/África, uma iniciativa do presidente norte-americano, Barack Obama, onde Angola estará representada por uma delegação chefiada pelo vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, inicia nesta segunda-feira, em Washington, Estados Unidos da América.
O professor Marcelo Rebelo de Sousa explicou este domingo à noite, no seu habitual comentário na TVI, que “a partir de amanhã o BES deixa de ter licença bancária”, o BES vai dividir-se em dois. Um banco mau e um banco bom. O bom, onde permanecem os depósitos, vai alterar o seu nome. O mau vai contar, por exemplo, com o BES Angola.
Cabinda – Alexandre Tati, presidente da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda / Forças Armada de Cabinda (FLEC/FAC), disse à PNN que a situação em Cabinda é o resultado de «um conflito inútil que não teve qualquer razão para existir».