O antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco assumiu-se hoje surpreendido com a "coragem" do novo Presidente da República, afirmando que as decisões conhecidas visam "criar um mínimo de governabilidade", num poder "atrelado aos pilares de uma casa de família".
O Presidente angolano, João Lourenço, exonerou 19 chefias militares, oficiais generais nomeados anteriormente, para vários postos, incluindo na Casa de Segurança da Presidência, pelo então chefe de Estado, José Eduardo dos Santos.
Jurista e docente universitário angolano, Lazarino Poulson, sublinha, ainda assim, que Presidente angolano tem o desafio de "consolidar a sua influência política".
O ativista angolano Luaty Beirão admitiu, na segunda-feira à noite, estar "agradavelmente surpreso" com as mudanças que estão a acontecer em Angola, afirmando que o Presidente João Lourenço "já fez uma revolução" no país.