Seria desonesto admitir que a atual crise financeira em Angola está unicamente relacionada com a queda no preço do petróleo. Preferiria o resultado geral de uma gestão arriscada e opaca do país durante vários anos.
Gestor foi considerado suspeito de ter beneficado de um esquema de branqueamento que envolveu a companhia aérea da Sonangol e a TAP Air Portugal. Ex-presidente da Sonangol igualmente envolvido.