A cimeira extraordinária da União Africana (UA) realizada hoje na capital angolana, Luanda, sublinhou a necessidade de responsabilizar as diferentes estruturas da organização pela aplicação das decisões para a paz e segurança no continente africano.
Luanda acolhe este fim de semana a XXI Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA), numa reunião que pretende reforçar os mecanismos de prevenção e resolução de conflitos no continente.
Os chefes de Estado que participaram na cimeira da União Africana (UA) deixaram hoje, no encerramento, a mensagem de “tolerância zero” para mudanças inconstitucionais de governo no continente e sublinharam a necessidade de por termos aos conflitos.
O secretário-geral das Nações Unidas apelou hoje para o fim da exploração dos recursos naturais africanos, afirmando que já basta "de exploração e de pilhagem", e garantiu que até ao último minuto do mandato África será uma prioridade.
O Presidente de Angola, João Lourenço, sustentou hoje, na União Africana, que restabelecer a ordem constitucional após golpes de Estado não é realizar eleições em que os autores dos golpes se fazem eleger.