Organizações não-governamentais angolanas consideram que a primeira semana de campanha eleitoral em Angola defraudou as expectativas criadas nos cidadãos eleitores e apontam acusações mútuas, o uso da linguagem de ódio, o recurso ao passado de guerra e a falta de ética política como sendo a tónica dos discursos dos dirigentes dos partidos MPLA e UNITA.
O líder do MPLA, partido no poder em Angola e candidato às eleições disse hoje, em Luanda, que está atento aos problemas da juventude, a maioria da população angolana e que vai “determinar o curso” da disputa eleitoral.
O Cabeça de lista da UNITA no Namibe, Deputado Sampaio Mucanda, convida o cabeça de lista do MPLA na província, Archer Mangueira, para um debate público, soube Angola24horas.
O presidente angolano aprovou a abertura de mais créditos adicionais para fazer face a despesas suplementares, no valor de 211 milhões de euros, incluindo reforços para os serviços de inteligência e setor das telecomunicações e comunicação social
Há anos que não se via debate assim em Angola, Deve haver mais dinheiro do petróleo, mas o preço global dos alimentos também aumentou.
Quer ser um Presidente com menos poder e menos partido. Se vencer as eleições, o líder da UNITA vai sanar conflito com família de José Eduardo dos Santos, alvo de "postura vingativa" de João Lourenço.
Para falar sobre o assunto, ouvimos Luís Jimbo, especialista em assuntos eleitorais, Fernando Paixão, Director Nacional do registo eleitoral oficioso e Albino Pakisi analista político.