O Grupo Parlamentar da UNITA, votou contra a Proposta de Lei do Orçamento Geral do Estado de 2023, dentre outros, porque alguns pressupostos macroeconómicos assumidos, as políticas fiscal, monetária e cambial, bem como a pauta aduaneira subjacentes ao OGE-2023 não são amigas das empresas, das famílias nem das pessoas.
A União Europeia (UE) manifestou hoje o seu apoio às diligências de Luanda e Nairobi pela paz na República Democrática do Congo (RDCongo) e diz-se preocupada com o degradar da situação no leste deste país.
A ministra das Finanças de Angola disse hoje que a auditoria à dívida pública tem sido feita em permanência pela Inspeção Geral da Administração do Estado (IGAE), em resposta à UNITA (oposição), que voltou a solicitar esta inspeção.
A corrida à liderança da JURA, braço juvenil da UNITA, oposição angolana, conta apenas com dois candidatos, nomeadamente Nelito Ekukui e João Lukombo, após afastamento dos restantes pré-candidatos por “insuficiência de requisitos e má conduta”, foi hoje anunciado.
Os deputados angolanos recomendaram hoje ao executivo “maior rigor” na contratação e certificação da dívida pública e a possibilidade da redução da taxa do IVA de 7% para 5% para “todo o setor produtivo”.
O parlamento angolano aprovou hoje na globalidade o Orçamento Geral do Estado (OGE) 2023 com votos favoráveis do MPLA, no poder, PRS, FNLA e PHA, sendo que a UNITA, maior partido na oposição, votou contra o documento.
Para o antigo deputado do MPLA, o tão almejado desenvolvimento de Angola carece, fundamentalmente, da contribuição de todos, independentemente da cor partidária, pelo que é de todo importante que as pessoas devem deixar de apontar dedos a determinados grupos