O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, afirmou esta semana que Angola continua refém de um modelo económico excessivamente dependente do petróleo, da dívida pública e da concentração de recursos nas mãos do Estado, defendendo que as políticas de estabilização implementadas nos últimos anos não produziram a transformação estrutural necessária para garantir um desenvolvimento sustentável.