O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, convocou o Conselho da República, para o dia, 10 de fevereiro, sem uma agena bem definida, mas que se acredita, ir girar à volta da economia e orçamento do estado.
Impedido de se candidatar à Presidência da República pela aprovação da actual Constituição, o economista e sociólogo Vicente Pinto de Andrade entende que agora “ainda é muito cedo” para fazer revisões.
O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais, garantiu, em Luanda, que a instituição financeira central do país não efectuou nenhuma redução de venda de divisas aos bancos comerciais.
A deputada da UNITA Miahela Weba faz um “balanço negativo” dos cinco anos da Constituição angolana. Para sustentar a afirmação, Miahela, em declarações ao SOL, diz que, formalmente a Constituição é uma coisa - mas na prática “não há pontos positivos” porque não se materializam.