O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, afirmou que está a chegar o "fim de uma era" em Angola, e a iniciar-se uma "fase de transição", que passa por eleger em 2017 um Governo "que trabalhe para o povo".
Alguns observadores de Portugal ao XII congresso ordinário da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) não conseguiram ainda visto para entrar no país, disse hoje à Lusa o porta-voz do conclave.
Cerca de 1.150 delegados da UNITA reúnem-se a partir de quinta-feira, em Luanda, para o XII congresso ordinário do maior partido da oposição em Angola, que servirá para escolher o líder e candidato às eleições de 2017.