O Presidente de Angola, João Lourenço, criou, por decreto, um grupo de trabalho que tem 60 dias para criar um plano para melhorar a imagem institucional do Governo.
O líder da UNITA lamentou que o Estado angolano continue a reter os restos mortais de Jonas Savimbi, morto em 2002, facto que Isaías Samakuva disse constituir "um testemunho gritante da política de exclusão entre irmãos".
Em 2007, o Ministério das Obras Públicas, então liderado por Higino Carneiro, não justificou despesas de cerca de 30 mil milhões de Kwanzas, equivalentes a mais de 115 milhões de dólares, revelou a Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE).