O antigo primeiro-ministro de Angola Marcolino Moco criticou hoje a repressão policial durante duas manifestações, em 24 de outubro e 11 de novembro, e considerou que o país regressou aos “métodos autoritários que não levam a lado algum”.
O Presidente da República João Lourenço enfrenta assim as maiores contestações. O dia 11 de Novembro de 2020 vai ficar na história pelos piores motivos.
O ministro da Justiça e Direitos Humanos angolano considerou que houve “excessos” de manifestantes e polícia no passado dia 11 de novembro, apontando um contexto de “tensão e o nervosismo” em que a “interferência política estragou o diálogo”.