Escritores e analistas angolanos prevêm um mandato conturbado para o antigo e novo Presidente angolano, João Lourenço, sobretudo por causa da insatisfação da população com a situação no país.
O ativista Rafael Marques considera que a incompetência e a arbitrariedade, sobretudo nos tribunais superiores, permitem uma politização da Justiça em Angola, que leva à "captura do Estado" e dificulta o combate à corrupção.
O Partido Humanista de Angola (PHA) anunciou que usou toda a verba disponibilizada pelo Estado angolano para a campanha eleitoral, maioritariamente para pagar delegados de lista, e entregou hoje o relatório de contas à Comissão Nacional Eleitoral (CNE).