Não me acusem de ultrajar um mais velho, pois o Camarada Lopo do Nascimento é que não se dá ao respeito.
No momento em que João Lourenço, passa pela maior crise desde a sua entronização como presidente da república, com a sua liderança a atingir níveis de impopularidade inimagináveis, eis que surge em cena a peça teatral de muito mau gosto, conduzida pelas secretas residentes na cidade alta.
Pode ser precipitado dizer-se que é o fim da linha da supremacia do partido maioritário MPLA que governa o país vai para 46 anos... duas gerações! João Lourenço teve o benefício da dúvida. Mas a travessia do Rubicão não pode ser feita de piroga e, na melhor das hipóteses, navega-se à deriva.
Acompanhei atentamente o discurso de sua excelência Sr presidente da República República João Manuel Gonçalves Lourenço, com um teor de desculpas e perdão as vítimas de 27 de Maio de 1977.
Nos dias 29 e 30 de Setembro de 1992, o povo deu prova de civismo, disciplina e maturidade durante o acto de votação daquelas que ficaram para a história como as eleições mais turbulentas que o país já teve.
1 - Na denominada “Operação Caranguejo” não são apenas os números que enjoam. São perturbadoras algumas reacções que aparentam algum estarrecimento ou surpresa.
Estava, por imposição do sistema, a cumprir um período de hibernação quando recebi um telefonema do meu irmão Victó (Victor Aleixo) comunicando-me que pretendiam contar com a minha presença no programa FALAR CLARO, que durante alguns anos (ou talvez menos) preencheu às sextas-feiras a programação da TPA. Na nova gestão política do País, deu lugar ao POLÍTICA NO FEMININO.
Os lugares comuns são historias ou formulas verbais que se tornaram em “conhecimento comum”, verdades quase sagradas conhecidas por todos e evocadas para suscitar nas pessoas uma reação quase sempre padronizada.