Domingo, 10 de Mai de 2026
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Angola 24 Horas

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Reclamar uma repetição das últimas eleições gerais ou promover a formação de um governo de unidade em Moçambique são cenários equacionados pela Renamo, que se diz agora apostada num processo de diálogo com “os irmãos do Governo”. O que o maior partido da oposição moçambicana parece excluir nesta altura é um retorno à violência. À posição assumida este sábado por Afonso Dhlakama a Frelimo reage com cautela: haverá resposta quando houver convite.

Parece que as autoridades portuguesas se interessaram pelos negócios do General Kangamba em Portugal . Há quase um ano, publiquei com dois colegas um apanhado desses esquemas, que já tinham preocupado as autoridades judiciais francesas e brasileiras. O que segue é um extracto do livro “Os Donos Angolanos de Portugal” (Jorge Costa, João Teixeira Lopes e Francisco Louçã, publicado pela Bertrand Editora, primeira edição em janeiro de 2014).

A Polícia de Investigação Criminal (DNIC) no Zaire desmentiu a história da suposta ressurreição do jovem Samuel João Inês, que alegava ter morrido há cerca de dois anos, por acidente de viação, na localidade de Kimpemba, comuna do Sumba.

A Renamo denunciou hoje que o apuramento dos votos foi interrompido em Nicoadala, na província da Zambézia, centro de Moçambique, após um alegado erro informático alterar a ordem dos candidatos, dando vantagem a Filipe Nyusi, da Frelimo.

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