O ativista angolano Rafael Marques de Morais defendeu esta quarta-feira que os facilitadores estrangeiros envolvidos na investigação conhecida como 'Luanda Leaks', que expôs os esquemas suspeitos na origem do império de Isabel dos Santos, devem responder perante a justiça angolana.
O ativista Rafael Marques sugeriu hoje a criação de um fundo público para apoiar organizações da sociedade civil angolana, que permita ultrapassar os constrangimentos financeiros destas entidades que também contribuem para a luta anticorrupção.
Um segundo subchefe da Polícia Nacional (PN) é o principal suspeito de ter matado a tiro um cidadão do Congo-Brazzaville de 45 anos e de ter ferido um outro, de 47, no bairro Vila Luso, arredores da cidade do Luena, província do Moxico, durante um negócio de diamantes, informou ao NJOnline fonte do Serviço de Investigação Criminal (SIC).
A consultora Fitch Solutions considerou hoje que o enquadramento legal em Angola "coloca sérios riscos aos investidores" e está associado a "corrupção em larga escala, extensa burocracia e falta de adesão ao primado da lei".