A indicação de Pedro Mutinde para o cargo de primeiro secretário do MPLA no Cuando Cubango e de Higino Carneiro para Luanda e a suspensão temporária dos secretários da JMPLA em Luanda e Cuando Cubango, assim como o pedido de demissão de Virgílio de Fontes Pereira do cargo de presidente do grupo parlamentar do MPLA levam a diversas leituras nos círculos políticos angolanos.
O Tribunal de Luanda não se pronunciou sobre eventuais novas medidas de coação aos ativistas angolanos acusados da preparação de uma rebelião, disse à Lusa a fonte da defesa, afirmando que a prisão, domiciliária, passa a ser ilegal.
Os processos eleitorais em Angola muito embora nunca tivessem atingido o razoável antes pelo contrário ja atingiu em cheio o ponto mais absurdo possível e para um partido político da oposição tão forte como a UNITA aceitar sempre as fraudes seja lá em que nome do for , não me parece bom sinal ...
Algo vai mal na banda e tudo começa a ser tomado como génese do triângulo de um certo mal-estar social, político e económico a crise petrolífera e a falta de kumbu.