Segunda, 03 de Agosto de 2026
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Angola 24 Horas

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A condenação de José Mavungo a seis anos de prisão deve ser enquadrada no clima de repressão e supressão de dissidentes em Angola, disse hoje à Lusa a diretora da seção portuguesa da Amnistia Internacional.

A delegação da União Europeia em Maputo pediu hoje uma "investigação célere e completa" do ataque contra uma coluna em que seguia o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, considerando que o incidente prejudica os esforços de paz em Moçambique.

José Marcos Mavungo é um prisioneiro de consciência “por estar acusado e detido apenas pelo exercício pacífico dos seus direitos de liberdade de expressão, associação e reunião", para "intimidar outros críticos do Governo”. Quem o defende é a Amnistia Internacional, e o padre Taul Tati, um dos rostos do movimento cabinda, escreveu ao procurador-geral angolano no território para o lembrar. Mavungo “será absolvido pela história”, afirma.

Excelências Senhores Membros das Organizações da Sociedade Civil

Distintos Membros de Partidos Políticos 

Excelentíssimas Famílias dos 15-1 Jovens presos políticos

Minhas Senhores e 

Meus Senhores!

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