Deputados à Assembleia Nacional consideraram, esta terça-feira, que o "Luanda Leaks" deve estender-se a outras entidades angolanas que supostamente delapidaram os cofres do Estado.
A polícia federal do Brasil acredita que dinheiro desviado da Sonangol terá sido utilizado para a construção de um edifício e de um "resort" de luxo no estado brasileiro da Paraíba.
A responsável da Transparência Internacional (TI) para o sul de África considerou hoje que os ‘Luanda Leaks’ estão a provocar “ondas de choque”, nomeadamente em África, admitindo um “efeito dominó” de revelação de casos semelhantes no continente.
A Inspeção-Geral da Administração do Estado (IGAE) angolana assegurou esta terça-feira que "a qualquer momento" vai fazer uma auditoria à Sonangol, mas caso receba qualquer análise da petrolífera vai "avaliar se a mesma corresponde aos pressupostos técnicos e legais".