A dispersão em bolsa de 30% do capital da Sonangol pode render aos cofres do Estado entre 5 e 7 mil milhões de euros, segundo estimativas apresentadas hoje na sessão comemorativa do 45.º aniversário da petrolífera estatal angolana.
Angolanos do BNI, do qual Mário Palhares é acionista, injetaram 4 milhões de euros no seu banco em Portugal este ano. Processo de venda continua em curso depois de chineses terem desistido há um ano.
O presidente da Associação das Empresas Contratadas da Indústria Petrolífera em Angola (AECIPA) considerou hoje que empresas angolanas “resistem” em abrir o seu capital em bolsa por “falta de cultura de boa governança” e “desconhecimento de oportunidades”.