À medida que se aproximam as eleições em Angola e os eleitores se preparam para exercer o seu direito constitucional de votar, muitos defrontam-se com um problema que pode reitirá-los esse direito.
O vermelho e negro emoldura as paisagens dos bairros de Luanda a poucos dias das eleições, mas a vontade de muitos eleitores parece ser de mudança, desconfiados da transparência do processo eleitoral de 24 de agosto.
A filha do antigo Presidente de Angola Tchizé dos Santos disse hoje que vai queixar-se ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos se a Justiça espanhola não recuar na decisão sobre a entrega do cadáver à ex-mulher.
Numa Angola “asfixiada”, o Movimento Cívico Mudei quer fazer a diferença, contando com a mobilização de cidadãos em todo o país para uma contagem de votos transparente e cujo resultados vão poder ser acompanhados em tempo real.