A polícia em Luanda repudiou hoje os atos de justiça por mãos próprias, que se registam na capital angolana, assumiu não ter estatísticas, mas assegura que decorrem diligências para se encontrar o autor do crime de terça-feira.
O ativista Rafael Marques considerou hoje que o poder judicial é um dos obstáculos ao combate à corrupção em Angola, classificando o Tribunal Supremo como um órgão disfuncional e a magistratura como a nova oligarquia do país.
O documento do Departamento de Estado norte-americano, que faz uma análise à situação dos direitos humanos em 200 Estados, apresenta uma longa lista de abusos registados em Angola, nomeadamente por funcionários governamentais.
A falta de sequência e informação sobre processos judiciais em Angola levou os EUA a colocar uma cidadã já falecida numa lista de angolanos alvo de sanções, a par dos generais Dino e Kopelipa e da empresária Isabel dos Santos, segundo o ativista Rafael Marques.