Mais de trinta efectivos da Unidade de Reacção Rápida da Polícia Nacional surpreendeu nesta sexta-feira, 16, os camponeses do Talatona pertencentes à empresa “Konda Marta”, usando mais uma vez, a “violência” contra os populares.
O investigador Luís Bernardino considera que uma Cabinda desligada de Angola seria rapidamente absorvida por outros países da região, defendendo soluções que passem por um referendo e uma mudança de postura de independentistas e do Governo angolano.
O presidente da Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda - Forças Armadas Cabindesas (FLEC-FAC) diz que a guerrilha independentista controla todo o território fora das zonas urbanas e acusa o governo angolano de falta de diálogo.
O líder da UNITA considera que qualquer solução para a estabilidade na província de Cabinda deve ser negociada e não imposta, incluindo uma proposta de autonomia “equilibrada”, que defendeu como solução ideal.
O Presidente de Angola, João Lourenço, defendeu hoje em Adis Abeba que não pode haver tolerância com regimes saídos de golpes de Estado ou “mudanças inconstitucionais” em África.
O Comité Olímpico Angolano (COA) foi suspenso pela Agência Mundial Antidopagem (AMA), por incumprimento dos prazos para adequar a lei desportiva aos estatutos daquela organização internacional, anunciou hoje o organismo olímpico.
As autoridades angolanas prevêem investir cerca de 542 mil milhões de kwanzas (US$4,97 mil milhões) em projectos ligados ao sector das águas durante o período compreendido entre 2013 e 2017, de acordo com o Secretário de Estado das Águas do país, Luís Filipe da Silva.
Valdomiro Minoru Dondo, empresário referido na matéria veiculada aos 15 de Fevereiro de 2024 pelo "tablóide" Maka Mavulo, que o associa a uma promessa de “USD 500.000.000,00 à FLEC para não atacar os seus investimentos em Cabinda”, vem desmentir, de forma veemente o teor dos factos mencionados pelo jornalista Pambo Ya Nzila no artigo publicado.
Duas das grandes petrolífera angolanas há muito que se mantém calada sobre os seus proprietários. De acordo com o África Intelligence, a ACREP dirigida desde Agosto do ano passado por Edilson Bartolomeu, antigo executivo de topo da empresa argentina Pluspetrol, cujas acções e investimentos foram adquiridos pela ACREP no bloco onshore Cabinda-Sul.
De notas entre os dedos, a chamar clientes, passam os dias sentadas na rua aguardando por dólares para trocar, mas nunca a vida das 'kinguilas' de Luanda esteve tão difícil, sem divisas para alimentar o mercado informal e um negócio que cria famílias inteiras.