O Governo angolano e as centrais sindicais não chegaram a acordo sobre o caderno reivindicativo dos trabalhadores, mantendo-se a greve geral interpolada com início previsto para 20 de março.
A UNITA solidarizou-se hoje com as centrais sindicais angolanas e trabalhadores da função publica, cujas reivindicações considerou “legítimas”, exigindo ao Governo um “diálogo construtivo e consensual” que permita "uma saída airosa” e evitar as consequências da greve.
O novo administrador municipal do Talatona está a ser acusado de não responder a um despacho do Governo Provincial de Luanda, datado de 1 de Agosto de 2023, que solicita um parecer técnico sobre o litígio fundiário no Distrito Urbano da Cidade Universitária.
A consultora Eurasia considerou hoje que Angola só vai retirar totalmente os subsídios aos combustíveis depois de 2025, avançando lentamente nesta reforma devido aos receios de protestos, o que obriga a cortar mais na despesa pública.
O Petro de Luanda, do treinador português Alexandre Santos, vai defrontar o TP Mazembe, da República Democrática do Congo, nos quartos de final da Liga dos Campeões africana de futebol, ditou hoje o sorteio realizado.
A produção, importação e comercialização de bebidas espirituosas em pequenas saquetas de plástico, vulgo “pacotinhos”, está oficialmente proibida em Angola, a partir desta quarta-feira.
O Ministério da Saúde prepara-se para gastar 604,9 milhões de kwanzas (721 mil dólares norte americanos) na compra de sete viaturas, uma das quais um SUV da Lexus, avaliado em 209 mil USD.
A inflação voltou a subir em Angola, pela décima vez consecutiva, fixando-se nos 24,07% em termos homólogos, o valor mais alto em quase dois anos, e nos 2,58% em termos mensais, entre janeiro e fevereiro.
A ministra das Finanças de Angola disse hoje, numa conferência do Fundo Monetário Internacional, que a Educação e as infraestruturas são as prioridades do Governo para desenvolver o país e atrair investimento externo.
O economista Alves da Rocha disse hoje à Lusa que a renegociação da dívida de Angola com a China deve ser a principal razão da visita do Presidente angolano a Pequim, para aliviar o peso desta no Orçamento.