A UNITA, principal partido da oposição, garantiu esta sexta-feira, 25, que "vai continuar a lutar" para obrigar o MPLA a respeitar a composição da "verdadeira" Comissão Nacional Eleitoral, resultante das eleições de 2022.
A ministra das Finanças de Angola confirmou hoje à Lusa que deu "o primeiro passo" para um novo programa de apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas salientou que ainda não há negociações.
Fragilidades macroeconómicas e questões sociais como economia desigual, elevada percentagem de empregos informais e elevadas taxas de fertilidade são apontadas como alguns dos factores que levam os angolanos à pobreza extrema. A saída, segundo especialistas, requer maior investimento em sectores de trabalho intensivo.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) capturou em Luanda, há uma semana, dois cidadãos israelitas dados como foragidos após terem sido condenados, em 2017, pelo Tribunal de Benguela, a oito anos de prisão num processo em que um dos lesados é um sócio, também israelita, do secretário para os assuntos políticos e eleitorais do Bureau Político do MPLA, João de Almeida Martins "Jú Martins".
O coordenador do PRA-JA Servir Angola negou ser agente do regime, porque quando foi chamado para integrar o Conselho da República, telefonou aos seus parceiros da FPU.
A Frente Patriótica Unida (FPU) exige que o Presidente da República, João Lourenço, avance os nomes das altas patentes e governantes envolvidos no contrabando de combustível.
Os bancos angolanos KEVE e BCI uniram forças, hoje, em Beijing na SIBOS 2024, na realização de um "networking" entre líderes do sector financeiro, empresários e potenciais investidores.
Os membros do Conselho da República elogiaram hoje o programa de comemorações dos 50 anos de independência de Angola por ser "abrangente, inclusivo e capaz de fazer das celebrações uma verdadeira festa do povo angolano".
O candidato à liderança da JMPLA, braço juvenil do partido no poder no IX congresso ordinário, que se realiza nos dias 21 e 23 de Novembro, próximo, em Luanda, Justino Capapinha considera sem fundamento as informações que insinuam o seu apoio por parte da direcção do MPLA.
A culpa é das dificuldades na obtenção de moeda estrangeira e da forte desvalorização cambial que se tem verificado desde o ano passado, o que tornou os custos com as transferências mais altos. Portugal, China e Vietname, os principais destinos das remessas dos expatriados, enviaram menos 267 milhões USD.