O politólogo Luís Jimbo disse hoje que a Comissão Nacional Eleitoral de Angola precisa de se libertar dos partidos políticos e tornar-se num órgão verdadeiramente independente, contribuindo para diminuir as suspeições sobre os processos eleitorais.
A nova composição da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Angola foi hoje aprovada apenas com os votos favoráveis do MPLA, partido no poder, depois de os deputados da UNITA, maior partido da oposição, terem abandonado o parlamento.
Sr. Presidente da Assembleia Nacional, Agradeço o facto de me ter permitido dizer algumas palavras aos meus colegas deputados na altura em que me afasto desta Casa.
O deputado Milonga Bernardo, do MPLA, partido maioritário no parlamento angolano, acusou hoje os colegas da UNITA, oposição, de reclamarem sobre a composição da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) sem referirem qualquer disposição legal.
A Procuradoria Geral da República (PGR) vai divulgar nos próximos dias, nomes de cidadãos envolvidos no contrabando de combustível no país, garantiu, A Vice-Procuradora Inocência Pinto.
Os empresários angolanos e a Administração Geral Tributária (AGT) andam de candeias às avessas. Um empresário da Huíla, província do sul do país, declarou recentemente que a AGT, era o inimigo público número um dos empresários.
Os deputados da UNITA abandonaram hoje a Assembleia Nacional angolana em protesto contra a composição da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) proposta pelo MPLA que será hoje votada na plenária, depois de verem rejeitados dois requerimentos.
O Comando Provincial da Polícia Nacional na Lunda-Norte esclareceu, esta quarta-feira, que as informações veiculadas nas redes sociais e alguns órgãos de comunicação social sobre um suposto envolvimento de viaturas da Casa Militar do Presidente da República em actos de contrabando de mercadorias "não correspondem à verdade, sendo por isso caluniosas e criminosas".
A UNITA, principal partido da oposição em Angola, não vai participar nas celebrações do 50º. aniversário da Independência Nacional, no próximo ano, mas irá fazer uma profunda reflexão sobre a situação económica do país que considera grave.
O regresso de Angola à chamada “lista cinzenta” do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI), organismo que monitoriza a lavagem de capitais no mundo, é visto como um fracasso na implementação de instrumentos jurídicos e retrocesso na luta pela captação do investimento estrangeiro.