A UNITA deu inicio nesta quarta-feira,no Centro de Convenções de Talatona, ao ciclo de conferencias sobre a paz e a estabilidade na África austral.
O magistrado Carlos Alexandre indeferiu o pedido de instrução criminal, solicitado por Rafael Marques, para continuação das investigações ao vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente, por suposto branqueamento de capitais.
Os dados sobre dupla nacionalidade não permitem oficializar a tendência, mas basta alguns contactos com candidatos ou juristas para concluir que é crescente o núero de pedidos, pelo menos para Angola e Moçambique, países em crescimento.
O Fundo Soberano de Angola, constituído com um capital inicial de 5 mil milhões de dólares, vai começar a investir na hotelaria e em infra-estruturas comerciais na África a sul do Saara, afirmou o seu presidente, José Filomeno dos Santos.
Um bilhão de dólares – é quanto a Portugal Telecom pede para sair da operadora de comunicações móveis angolana Unitel. Isabel dos Santos e os outros accionistas já não fazem segredo de querer muito rapidamente ver os portugueses pelas costas, mas não deverão estar dispostos a pagar tanto.
O especialista em relações internacionais e docente universitário defende que a projecção de potência que Angola procura em África não deve ser feita apenas com actos diplomáticos. É sobretudo necessário o recurso a meios financeiros para o apoio às nações mais carenciadas.
A Economist, uma publicação de referência para os agentes económicos e financeiros internacionais, está certa: terminaram os dias de expansão económica “forte” em Angola. A causa está no gripar do motor económico, o petróleo.
O sub-procurador Geral da República no Bié, Lucas Ramos dos Santos, afirmou segunda-feira na cidade do Cuito, que os casos de intolerância política devem constituir preocupação de toda sociedade angolana, especialmente desta região.
Lopo do Nascimento, primeiro chefe do governo angolano, contou que o MPLA tinha dúvidas sobre as intenções de Portugal. Ex-presidente moçambicano Joaquim Chissano lembrou o que era dito aos régulos na época colonial: “Vêm aí os russos, as vossas galinhas serão deles”.
A prisão do ‘Sr. Urbanismo’. Crimes de peculato, traduzidos em sobrefacturações do preço de determinados serviços, com danos para o Estado, terão sido cometidos pelo arquitecto, apontado como o rosto mais visível de uma rede que serviu interesses de figuras de peso no aparelho da governação.