Sexta, 11 de Setembro de 2026
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Angola 24 Horas

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Jornalista Luis Carlos

Licenciado em Jornalismo e Ciências Sociais é Administrador do site Angola 24 Horas

luiscarlos@angola24horas.com

A UNITA, oposição angolana, disse hoje que a lei que aprova o Orçamento Geral do Estado (OGE) 2023 prevê “autorizações exageradas” ao Presidente angolano, nomeadamente adjudicações diretas na aquisição de bens e serviços, justificando o voto contra o documento.

O jurista Sebastião Fernando disse hoje que a justiça angolana “está na lama”, devido aos escândalos e suspeitas de más práticas atribuídas ao presidente do Tribunal Supremo (TS), defendendo que este esclareça os “rumores” para “responsabilização” dos implicados.

O Grupo Parlamentar da UNITA, votou contra a Proposta de Lei do Orçamento Geral do Estado de 2023, dentre outros, porque alguns pressupostos macroeconómicos assumidos, as políticas fiscal, monetária e cambial, bem como a pauta aduaneira subjacentes ao OGE-2023 não são amigas das empresas, das famílias nem das pessoas.

As autoridades angolanas detiveram em Luanda um cidadão chinês, que supostamente recrutava jovens nacionais para trabalharem no estrangeiro, designadamente em Portugal, com promessas de salários até 1.500 dólares (1.400 euros), disse hoje o Serviço de Investigação Criminal (SIC).

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