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Sexta, 30 Outubro 2026 12:17

Adalberto Costa Júnior: “O futuro de Angola não pode ser deixado apenas nas mãos dos políticos”

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu a necessidade de os angolanos assumirem uma participação activa na construção do país, considerando que o futuro de Angola não deve ser uma responsabilidade exclusiva dos políticos, mas um compromisso colectivo de toda a sociedade.

Na sua reflexão do dia, intitulada “Cada Angolano É Responsável Pelo País Que Queremos Construir”, o líder do maior partido da oposição sublinhou que a política vai muito além das estruturas partidárias e dos actos eleitorais, estando presente nos desafios quotidianos enfrentados pelos cidadãos.

Segundo Adalberto Costa Júnior, as dificuldades relacionadas com o acesso à alimentação, o sustento das famílias, o emprego e as perspectivas de futuro dos jovens são também questões políticas, por reflectirem as escolhas e prioridades da sociedade.

O dirigente da UNITA considera que a dignidade humana, a educação, a saúde, a cultura, a religião, o desporto e as oportunidades de trabalho estão directamente ligados às decisões tomadas colectivamente, defendendo, por isso, o despertar da consciência política antes da consciência partidária.

Na sua reflexão, o político apelou à compreensão da realidade do país e à necessidade de os cidadãos questionarem os problemas existentes, assumindo um papel activo na transformação de Angola.

Adalberto Costa Júnior defendeu igualmente que cada angolano deve contribuir para a promoção do diálogo, da partilha de conhecimento e da participação cívica, seja no seio familiar, nas comunidades, nos locais de trabalho ou nos diferentes espaços de convivência social.

O presidente da UNITA destacou ainda a importância da participação consciente dos cidadãos nos processos políticos, considerando que a alternância política, enquanto expressão da vontade popular, depende do envolvimento activo da população.

Na mensagem, o líder partidário afirmou que nenhum dirigente, partido ou instituição pode substituir o papel dos cidadãos na definição do futuro do país, defendendo que a construção de uma Angola melhor exige o contributo de todos.

“A Angola que desejamos não será construída apenas por alguns, mas pela contribuição de todos”, sublinhou.

Adalberto Costa Júnior concluiu a sua reflexão com um apelo à responsabilidade colectiva, sustentando que cada cidadão tem um papel a desempenhar na construção do país e que o futuro de Angola começa na consciência e na participação de cada angolano.

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