Na sua reflexão do dia, intitulada “Cada Angolano É Responsável Pelo País Que Queremos Construir”, o líder do maior partido da oposição sublinhou que a política vai muito além das estruturas partidárias e dos actos eleitorais, estando presente nos desafios quotidianos enfrentados pelos cidadãos.
Segundo Adalberto Costa Júnior, as dificuldades relacionadas com o acesso à alimentação, o sustento das famílias, o emprego e as perspectivas de futuro dos jovens são também questões políticas, por reflectirem as escolhas e prioridades da sociedade.
O dirigente da UNITA considera que a dignidade humana, a educação, a saúde, a cultura, a religião, o desporto e as oportunidades de trabalho estão directamente ligados às decisões tomadas colectivamente, defendendo, por isso, o despertar da consciência política antes da consciência partidária.
Na sua reflexão, o político apelou à compreensão da realidade do país e à necessidade de os cidadãos questionarem os problemas existentes, assumindo um papel activo na transformação de Angola.
Adalberto Costa Júnior defendeu igualmente que cada angolano deve contribuir para a promoção do diálogo, da partilha de conhecimento e da participação cívica, seja no seio familiar, nas comunidades, nos locais de trabalho ou nos diferentes espaços de convivência social.
O presidente da UNITA destacou ainda a importância da participação consciente dos cidadãos nos processos políticos, considerando que a alternância política, enquanto expressão da vontade popular, depende do envolvimento activo da população.
Na mensagem, o líder partidário afirmou que nenhum dirigente, partido ou instituição pode substituir o papel dos cidadãos na definição do futuro do país, defendendo que a construção de uma Angola melhor exige o contributo de todos.
“A Angola que desejamos não será construída apenas por alguns, mas pela contribuição de todos”, sublinhou.
Adalberto Costa Júnior concluiu a sua reflexão com um apelo à responsabilidade colectiva, sustentando que cada cidadão tem um papel a desempenhar na construção do país e que o futuro de Angola começa na consciência e na participação de cada angolano.

