Antes das eleições ditas gerais, o mundo angolano envolveu-se à todos os níveis para participar das mesmas e contribuir positivamente para o desfecho. A oposição, por sua vez, teve o apoio da Sociedade Civil, funcionários públicos e privados, Ministério da Defesa, do Interior, Serviço de inteligência e até dos membros do Mpla. O lider da UNITA, foi tido como o mais popular em comparação ao próprio presidente da república.
O conversa publica sobre o envio do Contingente Angolano na RDC, porque chamar isto de discussão ou debate publico seria lhe dar uma dignidade indevida, é de uma pobreza e banalidade que esta abaixo da seriedade do assunto, não trazem informações relevante a questão, e sempre apelam a argumentos emocionais.
Não ser que deseja alguém apaixonado por caretas e piruetas de um bom palhaço como é o JLO, que está no lugar errado se calhar por já não haver mais circos em Angola. Desde que o colono partiu e levou consigo quase tudo que ainda tinha uma certa piada.
“República dos Juízes” é uma série de ficção brasileira composta por cinco episódios que abordam o Poder Judiciário. “Poder” é o primeiro episódio, “Controle” o segundo, “Vaidade” o terceiro, “Abuso” o quarto e “Corrosão” o quinto. Com a actual crise na Justiça angolana, estamos aparentemente a viver, na vida real, a série “República dos Juízes”.
Com o surgimento da globalização tudo ficou mais interligado e unificado em todos os âmbitos e dimensões, tanto a nível político, diplomático, cultural, social, estratégico-militar, quanto à nivel econômico-comercial, e desde então, os Estados são obrigados a cooperar entre si e a criar normas internacionais para melhor relacionarem-se, sem deixar de lado as suas diferenças e seus vastos interesses nacionais.
A 1 de Fevereiro passado, na qualidade de presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), Joel Leonardo exarou o Despacho n.º 06/CSMJ/2023 sobre “condutas pouco dignas” de Silvano António Manuel, “integrante em comissão de serviço na cápsula de segurança desta instituição”. Com efeito, suspendeu-o das suas actividades laborais e proibiu-o de aceder às instalações do CSMJ e do Tribunal Supremo.
Brasil, Rússia, Índia e China formaram originalmente o bloco em 2009 após uma série de reuniões e entendimentos. A primeira Cúpula do BRIC foi realizada em Yekaterinburg, na Rússia, em 16 de junho do mesmo ano, onde os chefes de estado envolvidos concordaram em fortalecer o diálogo e a cooperação entre eles.
O conflito armado entre a Rússia e a Ucránia fará um ano no próximo dia 24 de Fevereiro de 2023, e Joe Biden escolhe este momento, a véspera do primeiro aniversário do conflito, para, à semelhança de outros líderes mundiais, realizar a sua primeira visita à Ucránia. Seria, política e estrategicamente, ingénuo se dissesse que se trata apenas da visita de mais um estadista à Ucránia. Não é verdade.